SAJA e.V.

Sobre
Joanna de Angelis

Nosso mentor

Joanna de Angelis

Ela viveu como Joana de Cusa em 68 D.C. Por não negar sua fé, morreu mártir juntamente com seu filho no Coliseu Romano.

Ela renasceu em 1651, na pequena cidade de San Miguel Neplantla, no México, como Joana de Asbaje y Ramírez de Santillana, filha de um basco e de um nativo.

Quando tinha três anos de idade, ela estava interessada em ler e escrever. Ela aprendeu rapidamente e continuou a surpreender as pessoas com seus conhecimentos versáteis em anos posteriores. Guiada pelo desejo de aprender mais para compreender Deus e sua criação, ela entrou na comunidade religiosa das freiras carmelitas descalças. As regras dessa comunidade eram muito rígidas, o que a levou a adoecer e a ter que deixar a comunidade. Seu confessor recomendou que ela se juntasse a outra comunidade religiosa, o que ela fez. Ela mudou para os hieronimigos, a ordem de São Jerônimo, que tinha um modo de vida muito menos rigoroso e em cujo convento ela podia se dedicar aos seus estudos. Ali ela recebeu o nome de Sor Juana Inéz de la Cruz.

Quando a peste surgiu, em 1695, Sor Juana Inés de la Cruz a contraiu durante a enfermagem e morreu da doença pouco depois, aos 44 anos de idade.

Depois de 66 anos no mundo espiritual, ela renasceu em 1761 na cidade brasileira de Salvador, no Estado da Bahia, como Joana Angélica, filha de uma família rica. Aos 21 anos de idade, entrou no convento "Lapa", onde se tornou abadessa em 1815. No dia 20 de fevereiro de 1823, ela enfrentou corajosamente os soldados que lutavam contra a independência do Brasil e quis invadir o convento, defendendo-o com sua própria vida.

"Ao rezar pela paz, esse sentimento o envolve e o amor que flui de Deus anula todo e qualquer problema que o domine no momento".

Joanna de Angelis